terça-feira, 28 de junho de 2011

Exposição "Eco Barroco" - Centro Cultural Banco do Nordeste

A exposição foi até o dia 16 de junho.

"Exposição reúne aproximações da Arte Contemporânea com o Barroco, traçando um diálogo entre artistas das mais diferentes gerações e linguagensInspirados no Barroco como temática e estética, muitos artistas contemporâneos têm revisitado dos modos mais criativos, este estilo ..." (ANA CECÍLIA SOARES - REPÓRTER)

fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=981707

Inscrições: Prêmio Londrina até o dia 31 de julho

Inscrições abertas para o Prêmio Londrina de Arte Contemporânea
odiario.com
As inscrições para o Prêmio Londrina de Arte Contemporânea já estão
abertas e vão até o dia 31 de julho. As obras devem se encaixar dentro do
tema "A Arte em Defesa da Terra: Urgente". Cada artista pode inscrever até
três obras de Arte Contemporânea, ...


<http://unimail.uninet.com.br/cgi-bin/webmail.cgi?cmd=url&xdata=~2-db4e23067eb3d72d451ed3edff8391b5f89369e4dddca2c5da00&url=http!3A!2F!2Fwww.google.com!2Furl!3Fsa=X!26q=http!3A!2F!2Flondrina.odiario.com!2Flondrina!2Fnoticia!2F421228!2Finscricoes-abertas-para-o-premio-londrina-de-arte-contemporanea!2F!26ct=ga!26cad=CAEQAhgAIAAoATAAOABAlr3l7gRIAVAAWABiBXB0LUJS!26cd=ny6YHcgEJPE!26usg=AFQjCNEBhWQD-Kd_S-FBGndZCuFf1TS4Aw>

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Funarte: processo seletivo até 22 de julho

"A Fundação Nacional de Artes (Funarte) seleciona projetos da área de artes visuais para a ocupação de seus espaços, no segundo semestre deste ano, em Brasília, São Paulo, Recife e Belo Horizonte. Quatro editais para a área foram publicados em 7 de junho, no Diário Oficial da União.
O processo seletivo está aberto, até 22 de julho, a pessoas físicas envolvidas com as artes visuais, de todo o Brasil. Os interessados..."

fonte: http://www.onorte.net/noticias.php?id=33518

Uma homenagem de 60 artistas a Bento XVI

"A tradição cristã e a tradição artística contemporânea devem encontrar espaços adequados de diálogo. Foi o que disse o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, apresentando na manhã desta sexta-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, a exposição intitulada "O esplendor da verdade, a beleza da caridade".


A iniciativa é uma homenagem de 60 artistas a Bento XVI..."

fonte:http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/articolo.asp?c=497109

9º Salão de Arte Contemporânea de Marília

Estarão abertas a partir de segunda-feira, dia 20, até 12 de agosto, as inscrições para a seleção do 9º Salão de Arte Contemporânea de Marília. O evento visa ...

fonte: Agência BOM DIA

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Arte contemporânea no Vaticano

Texto retirado do jornal Zenit
http://www.zenit.org/portuguese

"A história de um mosaico da Praça de São Pedro
João Paulo II o quis como mostra de agradecimento
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 25 de maio de 2011 (ZENIT.org) - Alguns dias depois do trigésimo aniversário do atentado sofrido por João Paulo II em 13 de maio de 1981, festa de Nossa Senhora de Fátima, o prefeito emérito da Congregação para os Bispos, cardeal Giovanni Battista Re, explica a intrigante história da colocação, na praça de São Pedro, de um mosaico que representa Maria Mater Ecclesiae –Mãe da Igreja–, como mostra de agradecimento do papa pela proteção de Maria.
A imagem, de mais de 2,5 metros, foi instalada em uma fachada do palácio apostólico situado à direita da Basílica de São Pedro, entre novembro e dezembro de 1981, seis meses depois do atentado.
Na base do mosaico de Maria com o Menino Jesus, que milhões de pessoas viram pela televisão no dia 1º de maio durante a transmissão da beatificação do papa, foi representado o escudo de João Paulo II com seu lema: Totus tuus.
“Quando João Paulo II voltou para o Vaticano depois da primeira hospitalização na policlínica Gemelli, os responsáveis avaliaram a possibilidade de colocar um sinal visível na praça de São Pedro, no lugar onde o papa levou o tiro, para recordar uma página dolorosa da história da Igreja, mas também para testemunhar um sinal de proteção celestial”, explica o cardeal Re.
João Paulo II expressou imediatamente a sua intenção: “Em lembrança do atentado, desejou que fosse colo cada uma imagem de Maria num local bem visível”.
“Ele tinha a certeza de que Maria o tinha protegido”, afirma Re. “Era o melhor jeito de recordar aquele 13 de maio”.
João Paulo II confessou também que já tinha observado essa “falta” na praça de São Pedro, onde a estátua de Cristo estava rodeada pelos apóstolos e por numerosos santos disseminados pela colunata, mas “não havia nenhuma imagem de Nossa Senhora”.
Na realidade, há uma imagem da Virgem – informa o cardeal Re –, mas se encontra em cima da porta de bronze, e por isso não é visível para todos.
O cardeal, então assessor da secretaria de Estado, explica que ele foi o encarregado de trabalhar nisso, junto com o presidente da Comissão permanente para a proteção dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé, Dom Giovanni Fallani, e com o diretor dos Museus Vaticanos, Carlo Pietrangeli.
Dom Fallani encontrou uma solução: colocar o mosaico em uma janela que já existia, uma proposta que lhes pareceu viável, tendo em vista que se trata de um complexo arquitetônico que muitos consideram intocável.
“O projeto agradou o papa, que nos alentou a seguir adianta”, afirma Re.
Depois veio a etapa da escolha do mosaico. “João Paulo II afirmou que lhe agradaria muito uma representação da Virgem como Mãe da Igreja”, por que a Virgem “sempre esteve unida à Igreja” e “especialmente próxima nos momentos difíceis de sua história”.
João Paulo II disse que “estava pessoalmente convencido de que no dia 13 de maio a Virgem Maria tinha estado presente na Pra ça de São Pedro para salvar a vida do papa”.
A representação de uma Virgem com o Menino, situada na Basílica de São Pedro e intitulada Mater Ecclesiae serviu de modelo para o mosaico.
Foram feitos algumas adaptações na representação do Menino Jesus, assim como na cor, “para que fosse mais visível a longa distância”.
No dia 8 de dezembro de 1981, festa da Imaculada Conceição, João Paulo II, antes de recitar o Angelus, abençoou a imagem mariana, sinal de proteção celestial ao soberano pontífice, à Igreja e a quem se encontre na Praça de São Pedro.
Depois, no pavimento da Praça, no exato local onde o pontífice foi atingido pela bala, foi colocada uma placa de mármore com o escudo do papa."

Arte contemporânea e o vaticano: a única reação que se consente é a de "oferecer a outra face".

Texto tirado do jornal Zenit
 http://www.zenit.org/portuguese
"Liberdade de criação ou liberdade de zombaria?
ROMA, terça-feira, 10 de março de 2011 (ZENIT.org) - Um dia quase perfeito, esplêndido e ensolarado, para Roma e para o mundo. Assim poderia ser resumido o domingo 1º de maio, ou seja, o dia em que o Papa João Paulo II foi beatificado. A liturgia solene celebrada na Praça de São Pedro atraiu a Roma, de acordo com algumas estimativas, cerca de 1,5 milhão de fiéis e peregrinos de todo o mundo, do distante México até a Polônia, terra natal do novo Beato.
Tudo se desenvolveu com grande ordem e sem incidentes, mas não podia faltar a habitual "nota discordante". Disso se encarregou a dupla de jornalistas que dirige o jornal independente Il Fatto Quotidiano, Antonio Padellaro e Marco Travaglio, que - coincidências da vida -, precisamente no dia 1º de maio, publicaram, em sua charge no Il Misfatto, uma caricatura muito irreverente - segundo alguns, diretamente uma blasfêmia - do Papa Wojtyla.
O desenho, assinado pelo cartunista de quadrinhos eróticos, o italiano Milo Manara, representa o falecido Papa no Paraíso, onde repousa em uma nuvem e está rodeado por três mulheres-anjos, muito atraentes, com atitude provocadora e expressão maliciosa. Enquanto uma voz diz "Fizeram de você um santo! Acabou o passeio grátis!", a legenda que acompanha o desenho também é muito irreverente: "Na terra não o deixavam morrer (mas depois lhe deram esse prazer, não como ao pecador Welby). No paraíso não o deixam viver", lê-se, em alusão à doença e agonia do Papa polonês e à chamada "morte doce" de Piergiorgio Welby, em dezembro de 2006. Eloquente é também o título: "Não há paz para Wojtyla", que se lê em letras grandes.
Estamos na mes ma. Enquanto os católicos comemoram a beatificação de Karol Wojtyla, conhecido também como "o gigante de Deus" ou "João Paulo II, o Grande", algumas pessoas têm que tirar sarro dos seus sentimentos ou ofender suas sensibilidades, tudo em nome do direito à sátira e à liberdade de expressão (muitas vezes entendida como liberdade para insultar). Isso levanta uma questão: Il Fatto teria colocado em sua charge uma imagem irreverente, fazendo referência a outras religiões, como a muçulmana? Provavelmente não, porque teria irrompido um pandemônio, com uma "fatwa" contra o cartunista e a redação. Basta lembrar o clamor provocado pela caricatura do profeta Maomé publicada em setembro de 2005, em um dos jornais dinamarqueses mais conhecidos, o Jyllands-Posten.
É incômodo constatar que, para os autores ou os que apoiam obras blasfemas, os cristãos deveriam permanecer em silêncio diante das provocações. Parece que a única reação que se consente é a de "oferecer a outra face". É revelador o episódio que teve lugar recentemente na França. No último Domingo de Ramos, um pequeno grupo de jovens destruiu, com marteladas, uma das obras da exposição "Je crois aux miracles. 10 ans de la Collection Lambert", aberta em 10 de dezembro em outra "cidade dos papas", Avignon, e que encerrou no domingo, 8 de maio. Como observa Christine Sourgins no site Décryptage (20 de abril), o grupo foi descrito pela mídia como um "comando católico", "termo militar que permite colocar todos no mesmo saco, com os islamitas". Ou seja : um cristão que reage a mais uma provocação termina, ipso facto, na categoria de extremista ou terrorista.
A obra de arte "destruída" é do artista americano Andres Serrano e se chama "Piss Christ" (Cristo de urina). Esta é a fotografia de um pequeno crucifixo imerso em urina (do artista), misturada com líquido seminal. O artefato remonta a 1987 e faz parte da série "Inmersions", que inclui, por exemplo, uma Última Ceia imersa em fluidos fisiológicos. De acordo com Serrano, que se proclama "cristão", o objetivo é chamar a atenção para a situação da AIDS. Desde o início, a obra - que ganhou em 1989 o prêmio Awards in the Visual Arts - tem provocado fortes polêmicas, nos EUA e na Austrália, onde foi questionada em 1997 pelo arcebispo de Melbourne, Dom George Pell. 
O "ataque" à obra, considerada blasfema, no qual também se viu afetada outra fotografia de Serrano, "Soeur Jean Myriam", provocou reações diversas, incluindo a do ministro da Cultura francês, Frédéric Mitterrand. De acordo com o sobrinho do falecido presidente socialista François Mitterand, a ação atenta "contra um princípio fundamental", ou seja, "a liberdade de criação e de expressão consagrada na Constituição" (Décryptage). O próprio Mitterand admitiu, no entanto, que uma das obras danificadas "poderia chocar certo público". Uma declaração surpreendente, é claro, porque, como sempre lembra Sourgins, historiadora da arte e autora de "Les Mirages de l'Art contemporain" -, "a obra realmente choca".
Que os jovens tenham feito justiça com as próprias mãos, recorrendo à violência e destruindo duas das exposições, é certamente discutível. Porque isso significa "entrar em uma lógica arriscada", como observou Thibaut Dary, colaborador leigo da diocese de Nanterre (Décryptage, 21 de abril), que sugeriu outra resposta: "Kiss Cristo," a de beijar Jesus na cruz, como acontece na liturgia da Sexta-Feira Santa.
A lista de obras de arte contemporânea que desprestigiam o cristianismo, em particular o catolicismo, é muito longa. Por exemplo, a "Rã crucificada", do artista alemão Martin Kippenberger, uma rã verde (de fato, muito feia), crucificada, enquanto tem na mão (ou pata) direita uma cerveja e na esquerda, um ovo. Outro exemplo poderia ser o crucifixo obsceno feito por Federico Solmi, de Bolonha. O trabalho apresentado como a "renovação" de um crucifixo de 1200, representa uma figura nua na cruz (o próprio artista, sorrindo maliciosamente), com o turbante na cabeça, a cruz no peito e o órgão sexual ereto, saindo da roupa íntima.
Também fora do Ocidente não faltam as provocações artísticas anticristãs. Uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, com um cigarro na mão direita e uma lata de cerveja na esquerda, publicada em um livro didático do Ensino Fundamental, abalou a comunidade cristã da Índia no ano passado. Ainda em 2010, foi possível "admirar", em um shopping da capital chinesa Pequim, um Cristo crucificado com o rosto do personagem da Disney "por excelência", Mickey Mouse.
N ão há dúvida. A arte contemporânea muitas vezes procura provocação em vez de beleza, inclusive o escândalo. Que um dos alvos favoritos seja a cruz ou Jesus crucificado, convida à reflexão. Talvez isso signifique que "o escândalo da cruz" - como São Paulo escreveu em sua Epístola aos Gálatas (5,11) - continua suscitando reações, também adversas, no mundo da arte contemporânea. Mas isso deve acontecer necessariamente de maneira vulgar ou algo pior?
(Paul de Maeyer)"

Uma bela mensagem...

Recebi esta mensagem e achei muito bonita. Leiam até o fim.

CERTA VEZ
(Mahatma Gandhi)

Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na Índia:

Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto 
outras sofrem por problemas muito pequenos morrem afogados num copo d'água?

Ele simplesmente sorriu e me contou uma história.

Era um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. 
Quando morreu, todo mundo lhe falou para ir ao céu, 
um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o paraíso. 
Ir par ao céu não era tão importante para aquele homem, mas assim mesmo ele foi até lá.

Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. 
A recepção não funcionava muito bem, a moça que o recebeu deu uma olhada rápida 
nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, lhe orientou para ir ao inferno.

E, no inferno, ninguém exige crachá nem convite; qualquer um que chega é convidado a entrar. 
O sujeito entrou e foi ficando...

Alguns dias depois, Lúcifer chega furioso às portas do paraíso para
 tomar satisfações com São Pedro:
Isso que você está fazendo é puro terrorismo!!*

Sem saber o motivo de tanta raiva, Pedro pergunta do que se trata.
 Um transtornado Lúcifer reponde:
Você mandou aquele sujeito par ao inferno e ele está me desmoralizando!

Chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas.

Agora está todo mundo dialogando, abraçando-se, beijando-se. 
O inferno não é lugar para isso! Por favor, traga esse sujeito para cá!
Quando Ramesh terminou de contar esta história, olhou-me carinhosamente e disse:

Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no inferno, o próprio demônio lhe trará de volta ao paraíso.

Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...

Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que e indispensável:

Além do pão, o trabalho.

Alem do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, um segredo:

O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.