segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Bienal de grafites e pichações a partir de 2010

Segundo a Folha de S.Paulo foi o talento de jovens, à revelia, colorindo os muros da cidade, que colocou São Paulo no mapa da arte de rua. Hoje, a cidade é uma referência mundial em arte urbana.
O sucesso ganha agora um novo projeto para segundo semestre de 2010: 1ª Bienal Internacional de Arte de Rua de São Paulo (BIAR). O evento deve reunir as várias linguagens : o grafite, o "pixo", os stickers (adesivos) e os lambe-lambes. Quer se instituir, periodicamente, uma grande mostra que celebre essa produção contemporânea no calendário cultural da cidade. No prédio que sediará o MAC (Museu de Arte Contemporânea) no Ibirapuera (antigo Detran), a BIAR pretende explorar a história do grafite e expor painéis, instalações e vídeos . Ao mesmo tempo, quer espalhar trabalhos de artistas do Brasil e do mundo pela cidade, do centro às periferias. "Serão convidados 50 artistas para expor trabalhos no museu e fazer intervenções por São Paulo", explica Rui Amaral, artista, idealizador e um dos curadores do evento. "O espaço de dentro é o da reflexão. E aquilo que for produzido externamente é para ser deixado na cidade", conta ele. "A Bienal termina, mas os trabalhos permanecem." O evento deverá exibir uma seleção feita a partir de trabalhos inscritos, ter palestras e uma feira com objetos derivados da arte urbana, como peças de roupa e objetos estilizados.

Retrato de Michael Jackson é vendido por US$ 175.000

Michael Jackson, encomendou em 2008 ao pintor Kehinde Wiley (artista americano) um retrato que não chegou a ver: "Equestrian Portrait of King Philip II" (3,51 x 3,10 m). Este foi vendido a um colecionador alemão, na mostra de Art Basel, em Miami Beach.
Trata-se de uma pintura óleo gigante com Michael Jackson vestido de rei, sob belo cavalo com dois anjos a coroá-lo.

Fonte: AFP

Encontro dos artistas com o Papa

Segundo Jesús Colina, da Zenit, houve um reencontro entre a Igreja e o mundo da arte: O encontro do Papa com mais de 260 artistas renomados no último dia 21 de novembro, na Capela Sistina.

Segundo a agencia Zenit os comentários que os jornalistas puderam recolher entre os participantes, constata que esta audiência constituiu um primeiro passo, segundo diretor de cinema polonês Kristof Zanussi.

Zanussi : “belíssimas palavras do Santo Padre trazem mais diálogo, mais abertura, mais conhecimento entre o mundo da arte e a Igreja”.

Eduardo Verástegui (conhecido por sua participação no filme Bella), diz que o encontro com o Papa foi “um sonho feito realidade”. “A Igreja criou cumes de arte na história e estar na Capela Sistina, com o Santo Padre, cercado por toda esta arte, acompanhado por artistas de todas as expressões, é algo histórico. E tudo isso em silêncio, oração e reflexão. É algo que enriqueceu muito todos os que estavam presentes”.